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Cuidados com a saúde íntima

Cuidados com a saúde íntima: o que você precisa saber?

Cistite de lua de mel, candidíase, infecção urinária e mais: como cuidar da saúde íntima e prevenir possíveis doenças? Saiba mais!

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Cuidados com a saúde íntima: o que você precisa saber?

Cistite de lua de mel, candidíase, infecção urinária e mais: como cuidar da saúde íntima e prevenir possíveis doenças? Saiba mais!
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Cuidados com a saúde íntima

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Você também ficou curiosa com o termo “cistite de lua de mel”? A expressão ganhou a mídia durante um bate-papo entre Anitta e Sabrina Sato no canal do Youtube da apresentadora. Em entrevista, a cantora falou sobre sua saúde íntima e contou que sofre de cistite de lua de mel logo após ter relações sexuais.

“Um problema péssimo que eu tenho é cistite de lua de mel. Eu não posso transar com alguém muito avantajado que eu não consigo caminhar no dia seguinte. É horrível! E não tem nada a ver com bactéria, não, gente, é porque já socou muito lá e aí inflamou, entendeu?”, explicou Anitta sobre seu caso.

Se você tem dúvidas sobre essa e mais outras questões de saúde íntima, confira a lista dos problemas mais comuns, sintomas e o que você precisa saber para se cuidar!

Cistite de lua de mel: o que é, sintomas e quando surge

Mas afinal, o que é a tal da cistite de lua de mel? É o nome popular da cistite pós-coito, uma inflamação que acomete a uretra e a bexiga após uma atividade sexual. No entanto, a causa dessa doença ginecológica não está relacionada ao tamanho do pênis, mas sim ao atrito que ocorre durante a penetração, gerando irritação na uretra ou até mesmo bactérias do ânus e/ou vagina ao trato urinário.

Além disso, o transtorno atinge homens e mulheres e os principais sintomas são: vontade de urinar o tempo todo, ardência e dor durante o ato sexual. Esse tipo de infecção urinária aparece entre as primeiras 24 e 48 horas depois do sexo.

De acordo com o ginecologista Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Sírio-Libanês, quando ocorre a cistite de lua de mel, é necessário investir na hidratação do corpo, com cerca de dois litros ou mais por dia de água, suco e outros líquidos.

“Como as pessoas sentem dor, acabam se hidratando menos para evitar a micção, mas o tratamento é justamente o contrário”, alerta. “Devemos beber muita água, pois assim iremos urinar mais e limpar a bexiga. Se a urina estiver clara, é sinal de que estamos bem hidratados”, explicou.

A candidíase é sinal de desequilíbrio na saúde íntima

Assim como a cistite de lua de mel, outras infecções na região íntima podem provocar desconfortos no dia a dia ou até gerar questões mais sérias de saúde, como sangramentos fora do período menstrual, corrimentos e dores na pelve e abdômen.

Você já teve ou ouviu falar da candidíase? Essa infecção vaginal é causada pelo fungo Cândida ou Monília e tem como principais características o corrimento esbranquiçado, coceira e até irritação.

A candidíase pode acontecer de duas maneiras: a vaginal e a oral. No primeiro caso, ela surge quando flora vaginal está desequilibrada ou quando o sistema imunológico está debilitado. Por isso, é preciso estar muito atenta à higiene do local, com produtos adequados, além de usar peças mais leves e confortáveis e de cuidar da imunidade.

No caso da candidíase oral, o aparecimento pode estar relacionado a fatores que também interferem no sistema imunológico, como beijo e relações sexuais. Vale atenção redobrada aos sinais de afta insistente ou dificuldades para engolir.

Infecção urinária é muito comum entre as mulheres

A infecção urinária pode ser considerada uma das mais comuns entre as mulheres – os homens também não estão livres dela! E se engana quem pensa que ela está restrita apenas a relações sexuais. Pelo contrário: essa condição pode surgir quando a pessoa tem o hábito de segurar muito o xixi, pelo contato da região íntima em locais mal higienizados ou mesmo pela falta de cuidados com os órgãos genitais.

Então, vale reforçar: se der vontade de fazer xixi, nada de ficar prendendo até ficar apertada! Isso faz mal para a sua saúde e pode causar complicações na bexiga e nos rins. Também é importante ficar atenta a banheiros públicos e não esquecer de fazer uma boa higienização depois das necessidades fisiológicas.

Síndrome do Ovário Policístico pode provocar alterações hormonais na saúde íntima

Já a Síndrome do Ovário Policístico envolve outros órgãos do sistema reprodutor feminino e é uma condição que pode surgir entre mulheres de idade fértil. Conhecida também pela sigla SOP, a doença tem como uma das principais características a alteração dos níveis hormonais, aumentando a produção de testosterona, ou seja, o hormônio masculino.

Em outras palavras, a Síndrome se manifesta com ciclo menstruais irregulares ou exames específicos que consigam detectar a formação de cistos no ovário e quando eles aumentam o tamanho.

A endometriose não é uma doença fácil de identificar

A endometriose ocorre quando o endométrio, o tecido que geralmente reveste o útero, cresce fora dele. Ele age como o tecido uterino normal durante a menstruação: se rompe e sangra no final do ciclo. No entanto, esse sangue não vai para a cavidade uterina (trompas, intestino, ovário e bexiga).

Com isso, as áreas circundantes podem ficar inflamadas ou inchadas. As principais características são a cólica intensa e a infertilidade. Muitas mulheres só percebem a doença quando estão tentando engravidar. Famosas que receberam o diagnóstico de endometriose já falaram sobre o assunto nas redes sociais!

Mioma é um tumor benigno no útero

De acordo com o Ministério da Saúde, o mioma uterino é um tumor benigno que se forma na região por tecidos musculares. Os fatores de risco podem incluir histórico familiar de miomas, obesidade ou início precoce da puberdade.

Os sintomas mais comuns são sangramento menstrual intenso, períodos menstruais prolongados, infertilidade, dor durante as relações sexuais e aumento do útero. Assim, o maior número de casos está entre as mulheres que têm entre 30 e 50 anos.

Saiba mais sobre vulvite e vulvovaginite

Essas infecções e inflamações conhecidas como vulvite e vulvovaginite aparecem na vulva, na parte externa, mas também podem causar lesões no canal vaginal.. Suas causas são a presença de micro-organismos, como fungos, bactérias, protozoários na região e até mesmo por alteração da flora bacteriana.

Enquanto a vulvite provoca irritações apenas na vulva, a vulvovaginite causa alterações na vagina e colo do útero. Corrimento, vermelhidão, coceira intensa e dor no sexo são os principais alertas.

Como cuidar da saúde íntima e prevenir doenças ginecológicas?

Saúde íntima é coisa séria! Por isso, nada de deixar para depois! Alguns cuidados são fundamentais, como boa higiene, o uso de preservativos nas relações sexuais e manter uma rotina saudável para cuidar da imunidade. Além disso, não deixe de ir regularmente ao médico de confiança e compareça assim que alguma enfermidade, com as citadas anteriormente, se manifeste. Fique atenta!

Foto de capa: Unsplash

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Redação Alexandrismos

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