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Mudanças na Victoria' s Secret

Mudanças na Victoria’s Secret: inclusão, empoderamento e mais!

A Victoria's Secret anunciou mudanças e uma reestruturação na marca para trazer mais inclusão e empoderamento feminino. Saiba o que vem por aí!

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Mudanças na Victoria’s Secret: inclusão, empoderamento e mais!

A Victoria's Secret anunciou mudanças e uma reestruturação na marca para trazer mais inclusão e empoderamento feminino. Saiba o que vem por aí!
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Mudanças na Victoria' s Secret

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Muita gente se surpreendeu com as recentes mudanças na Victoria’s Secret. A marca anunciou, em junho de 2021, que iria acabar com o seu tradicional desfile de lingerie e não teria mais as angels no casting. Por outro lado, criou um coletivo de embaixadoras, VS Collective, para trazer mais inclusão e diversidade, entre outras mudanças. 

Essa reestruturação também é uma tentativa de limpar o nome da marca. Porque, ao longo dos anos, ela se viu envolvida em muitos escândalos, além de reforçar uma cultura de assédio, misoginia e machismo. Saiba mais sobre o que está vindo por aí.

Saem as angels, entram as embaixadoras: o que é o VS Collective

A notícia de que não haveria mais desfile e nem angels provocou um verdadeiro impacto no mundo todo. Isso porque se criou um imaginário em torno das famosas modelos. Elas exibiam corpos inalcançáveis a bordo de sutiãs e calcinhas com muita renda, pedrarias e vistosas asas de anjos – daí o nome. 

Essa falta de diversidade e de mais mulheres reais – que, pasmem, também usam calcinha e sutiã – abriu espaço para o VS Collective. E o que é isso? É um coletivo de 7 mulheres que serão não só embaixadoras, como também consultoras, para trazer novas ideias, mudanças na Victoria’s Secret e uma visão mais ampla sobre diversidade e inclusão.

Fazem parte desse coletivo: a jogadora americana de futebol Megan Rapinoe; a jovem esquiadora Eileen Gu, também americana, de descendência chinesa; Paloma Elsesser, modelo biracial plus size; a atriz indiana Priyanka Chopra Jonas; Valentina Sampaio, modelo brasileira e trans; a fotógrafa inglesa Amanda de Cadenet; e a modelo refugiada do Sudão Adut Akech. 

Ressignificando o conceito sobre padrões de beleza e o que é ser sexy

Outra mudança na Victoria’s Secret que veio junto com o coletivo e com o fim das angels foi trazer mais diversidade para a grade de tamanhos. Afinal, reforçando o que foi dito acima, não só as mulheres magras, tais quais as modelos, que usam peças íntimas e gostam de se sentir mais sensuais com a lingerie. Pessoas com diferentes tipos de corpos também querem opções mais interessantes além de uma calcinha bege. 

Além disso, outras duas estruturas também mudaram, ressignificando o próprio conceito sobre o que é ser sexy. A Victoria’s Secret, que até então nunca teve campanha de Dia das Mães, vai oferecer peças íntimas para grávidas, lactantes e pessoas que passaram por mastectomia. 

Além da calcinha de renda: Victoria’s Secret mira na moda esportiva

Vale ainda dizer que, se antes a grife se limitava apenas a vender calcinhas, sutiãs e produtos femininos voltados para a satisfação e o desejo dos homens, a nova fase da Victoria ‘s Secret está disposta a ouvir e transformar em produtos o que de fato as mulheres querem. 

Nessa linha, a marca vai expandir seu portfólio e criar também peças esportivas, especialmente sutiãs em estilo push-up. Com o aumento das buscas por mais bem-estar, conforto e autocuidado além da estética, a prática de esportes em casa e ao ar livre cresceu ainda mais e a demanda por roupas que captam essa essência também. 

Mais mulheres no comando da marca: os escândalos envolvendo a Victoria’s Secret

Não dá para deixar de mencionar ainda que todas essas mudanças na Victoria’s Secret não têm a ver só com uma repaginada externa para causar boa impressão. Por muito tempo, a grife foi acusada de ser patriarcal, misógina e sexista fora e dentro da própria empresa. 

O auge foi quando veio à tona a forte relação entre o dono da marca, o bilionário Leslie H. Wexner e o agressor sexual Jeffrey Epstein, em 2019. Por isso, as mudanças também afetaram os altos cargos na companhia, com uma reformulação completa na equipe executiva e um conselho de administração ocupado quase que em totalidade por mulheres. 

Se todas essas mudanças são apenas uma grande jogada de marketing, ainda não se sabe. Mas é fato que essa nova fase da Victoria’s Secret, com pessoas engajadas fazendo essas mudanças serem possíveis, acendem uma luz: o mundo está mudando mesmo e não dá para ficar para trás. 

Foto de capa: Divulgação / Victoria’ s Secret

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Redação Alexandrismos

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