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Comentários lesbofóbicos para não reproduzir mais

Lesbofobia: 5 comentários lesbofóbicos para não reproduzir mais

Você sabe o que é lesbofobia? É quando mulheres lésbicas sofrem preconceito por meio de atitudes e comentários. Veja alguns exemplos para não reproduzir mais!

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Lesbofobia: 5 comentários lesbofóbicos para não reproduzir mais

Você sabe o que é lesbofobia? É quando mulheres lésbicas sofrem preconceito por meio de atitudes e comentários. Veja alguns exemplos para não reproduzir mais!
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A conscientização e os direitos da comunidade LGBTQIA+ estão, aos poucos, ganhando o devido espaço. Mas isso não significa que ainda não há um longo caminho pela frente. Isso porque todas as letras da sigla enfrentam preconceitos diários e a lesbofobia é apenas um deles. Também conhecido como “lesbifobia”, o termo significa a discriminação e o abuso, por meio de atitudes e sentimentos, contra pessoas lésbicas.

Quando se trata de mulheres lésbicas e homossexualidade feminina, não faltam comentários carregados de intolerância a respeito de suas vivências e afetos. Além disso, muitos desses comentários são tão normalizados na sociedade e na mídia que muita gente sequer questiona ou problematiza. Por isso, confira 5 comentários lesbofóbicos para acabar com os estereótipos e não reproduzir mais!

1) “Quem é o homem do relacionamento?”: um dos primeiros sinais de lesbofobia

Em um relacionamento lésbico, nenhuma das pessoas é o homem da relação. Além disso, esse tipo de comentário é bastante machista, pois define que toda relação que ser dominada por algum homem. Por isso, vale reforçar o lembrete: mulheres coexistem sem uma influência masculina.

2) “Como você faz sexo?”: ninguém tem essa dúvida em uma relação heterossexual

Essa pergunta é extremamente ofensiva e, infelizmente, muitas lésbicas já ouviram por aí. Na verdade, esse é um comentário recorrente, já que vai ao encontro do fetiche idealizado pela pornografia, entre outras questões. Ninguém pergunta para os héteros como eles fazem sexo, não é? Apenas não reproduzam este tipo de pergunta.

3) “Como terão filhos?”: esse comentário expõe a lesbofobia e a estrutura patriarcal

Parece apenas uma pergunta inofensiva, mas essa é uma forma indireta de dizer a um casal formado por duas mulheres que elas não podem ou não tem a capacidade de construir uma família. A fala heteronormativa e machista causa a ideia de que uma família só pode ser formada com a presença de um pai e uma mãe, que são cis e heterossexuais.

4) “Você é muito bonita para ser lésbica”: e quem disse que existe aparência definida?

É preciso desmistificar essa implicação muito atrasada de que toda mulher lésbica tem aparência masculina ou que não são bonitas. Esse estereótipo é ainda muito reforçado na mídia, que reproduz uma mesma aparência para diferentes vivências. Vale destacar que isso é bastante ofensivo. Guarde esse insulto disfarçado de elogio para você.

5) “Você não conheceu o homem certo ainda”: a lesbofobia coloca os afetos no mesmo padrão

Por estarmos inseridas em uma sociedade patriarcal, machista e homofóbica, é difícil entender que mulheres podem amar outras mulheres. Que mulheres podem amar outras mulheres independentemente de aparecer homem certo ou errado. Porque elas amam e se sentem atraídas física e emocionalmente por outras mulheres. Por isso, esse comentário lesbofóbico não muda absolutamente nada.

Dia Nacional da Visibilidade Lésbica completou 25 anos em 2021

Há 25 anos, a comunidade LGBTQIA+ possui uma data que possibilita mulheres lésbicas a terem mais visibilidade e força para continuar lutando pela igualdade e ter sua orientação sexual reconhecida. Assim, no dia 29 de agosto, é conhecido como o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica.

No Brasil, a lesbofobia, a violência contra as mulheres e outros problemas estruturais ainda continuam por conta do conservadorismo da sociedade. Talvez você se lembre de uma ocasião em que aprendeu algum termo ou comentário sem imaginar que poderia ser ofensivo. Por isso, quando você decide não repetir essas falas, já é o primeiro passo para interromper o preconceito.

Foto de capa: Unsplash

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Redação Alexandrismos

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