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Influenciadoras que falam sobre autoestima nas redes sociais

Autoestima nas redes sociais: 6 influenciadoras que abordam o tema

Difícil manter a autoestima boa nas redes sociais com tantos filtros e padrões de beleza. Mas algumas influenciadoras estão mudando esse jogo!

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Autoestima nas redes sociais: 6 influenciadoras que abordam o tema

Difícil manter a autoestima boa nas redes sociais com tantos filtros e padrões de beleza. Mas algumas influenciadoras estão mudando esse jogo!
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Influenciadoras que falam sobre autoestima nas redes sociais

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Enquanto rolamos o feed, somos bombardeadas com corpos e peles “perfeitos”. No entanto, a busca pela perfeição pode causar uma batalha interna. Além disso, essa cobrança também afeta nossa autoestima, principalmente nas redes sociais. Afinal, quase sempre nos deparamos com uma realidade diferente do que vemos no espelho.

Por isso, reunimos 6 influenciadoras que usam a internet como canal de incentivo e autoconfiança, promovendo mais autoaceitação. São mulheres com diferentes questões, mas que ajudam mulheres a se sentirem mais felizes com seus corpos. Acompanhe!

1) Duda Riedel venceu a leucemia e virou símbolo de superação

Duda Riedel virou inspiração para muitas mulheres. Depois do diagnóstico de leucemia, em 2019, a jornalista mudou o seu foco para o autocuidado. Assim, já curada do câncer, mantém sua página como uma espécie de diário, dando detalhes de sua vida. Além disso, compartilha mensagens de gratidão e esperança.

Para ela, o autocuidado foi muito importante levantar sua autoestima. “Tem gente que acha que é correr na esteira, comprar roupa. Eu penso que é tirar um tempo do nosso dia, que é tão corrido, para olhar para si, entender nossas necessidades”, disse. Ela também escreveu o e-book “Se valoriza, Mulé” e o livro “De Onde Nascem As Rosas”.

2) Bianca Barroca desconstrói preconceito contra corpo gordo

Em seu perfil no Instagram, Bianca Barroca se define como uma “caiçara bem gay, bem gorda”. Assim, a nossa colunista e influenciadora já traz uma ideia dos assuntos que defende e acredita, sem se limitar por eles.

Por isso, vale seguir a Bianca para desconstruir os estigmas sobre o corpo gordo e quebrar padrões sobre sexualidade, além de se divertir com seus passeios de bicicleta, acompanhar sua evolução com o ukelele, babar nas suas maquiagens bem coloridonas e se sentir representada por todo o seu conteúdo diverso.

3) Paola Antonini leva autoestima nas redes sociais a pessoas com deficiência

A mineira Paola Antonini tem uma história bastante comovente. Isso porque, em 2014, ela precisou ter sua perna esquerda amputada ao ficar com o corpo prensado entre dois veículos em um acidente. No entanto, o drama vivido pela influenciadora só a fortaleceu. Assim, abriu seu perfil nas redes sociais para mostrar que uma pessoa com deficiência é capaz de ter uma vida comum

“Eu aprendi a amar meu corpo antes do acidente e reaprendi a amar ele depois, com tudo que ele tem. A autoconfiança é tudo. Nossas particularidades são especiais e nos tornam pessoas únicas”, destaca ela. Com a visibilidade, ela também criou o Instituto Paola Antonini, que atua na reabilitação de pessoas com deficiência física de 0 a 21 anos.

4) Camilla de Lucas combate a pressão estética e racismo

Nem sendo finalista do “BBB21” Camilla de Lucas se livrou das mensagens carregadas de ódio e pressão estética na internet. Mas ela não se deixa intimidar. Para a influenciadora, muitas mulheres se limitam e ficam com a autoestima abalada nas redes sociais pelo que a sociedade acha que é belo ou não. Por isso, ler que está “muito magra” ou críticas por usar lace só lhe deu oportunidade para combater esse discurso.

“O incômodo deveria ser com quem faz comentários racistas que dificultam esse processo”, afirma. Além disso, seguida por 11 milhões no Instagram, ela tem apostado também no seu lado mais fashionista e interage com os internautas com seus reels divertidos.

5) Barbarhat Sueyassu abraça suas marcas únicas e conscientiza sobre o vitiligo

“Quebrando padrões e consertando espelhos”: esse é o lema de Barbarhat Sueyassu. Por isso, a influenciadora usa suas redes sociais para conscientizar sobre o vitiligo e ajudar outras mulheres. Isso porque muitas pessoas ainda são inseguras por conta das manchas na pele.

Por ser portadora de vitiligo universal, condição mais rara, ela virou símbolo de representatividade e autoestima por abraçar suas marcas tão únicas e incentivar a autoaceitação por suas redes sociais. 

6) Kéren Paiva incentiva o movimento Pele livre 

Kéren Paiva faz parte do time de influenciadoras que incentivam a liberdade de ser e viver feliz na própria pele. Assim, ela detalha seu tratamento com as espinhas, sem abrir mão do empoderamento e da autoestima nas redes sociais. Além disso, Kéren também ajuda a desconstruir os mitos que ainda existem em torno da acne.

Vale destacar ainda que, para Kéren, pele livre não significa pele sem maquiagem. Pelo contrário: ela se tornou uma grande aliada da influenciadora. Isso porque, antes, Kéren usava os cosméticos apenas para cobrir sua maior insegurança. Como resultado, só reforçou sua beleza. “É pele livre sim, e o resto que lute”, declara.

Foto de capa: Reprodução Instagram / @barbarhat

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Redação Alexandrismos

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Somos uma equipe de profissionais e colaboradores empenhados em transformar através da informação e da diversidade. Enquanto veículo, queremos construir uma nova forma de dialogar na internet sobre #CorpoLivre.

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