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Anti-aging não! Uma visão mais positiva para mulheres

Anti-aging? Uma visão mais positiva sobre as mulheres mais velhas

O termo anti-aging está sendo, aos poucos, sendo banido dos produtos de beleza. Mas qual é o real impacto em relação às mulheres mais velhas? Confira!

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Anti-aging? Uma visão mais positiva sobre as mulheres mais velhas

O termo anti-aging está sendo, aos poucos, sendo banido dos produtos de beleza. Mas qual é o real impacto em relação às mulheres mais velhas? Confira!
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Anti-aging não! Uma visão mais positiva para mulheres

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Em um passado não tão distante, era comum encontrar cosméticos com a função anti-aging, na tentativa de prevenir o envelhecimento. Isso porque cabelos brancos, rugas e qualquer outro sinal natural de um corpo que muda ao longo dos anos sempre foram vistos de forma negativa pela sociedade. E as mulheres, as mais afetadas pelos olhares julgadores, sentem bem essa pressão. 

No entanto, essa visão está mudando. Em 2017, a revista americana Allure, com a atriz Helen Mirren na capa, iniciou um movimento. Na edição, decretou o fim do termo anti-aging em suas páginas a partir de então. Além disso, com uma matéria especial, convidou toda a indústria de beleza a fazer o mesmo. De lá para cá, revistas de moda e marcas estão trazendo uma nova abordagem em relação ao envelhecimento. Mas qual é o real impacto disso na beleza?

Os estereótipos ainda são reforçados na mídia e nas redes sociais

Os tempos são outros e, por isso mesmo, existe um movimento que luta por mais diversidade de corpos e belezas. No entanto, o culto à juventude eterna ainda é muito presente na sociedade, com suas raízes bem estruturadas no capitalismo e no patriarcado.

É por isso que atrizes de 30 anos já são consideradas “velhas” na indústria do cinema e escaladas para interpretar mulheres de 50, 60 ou até mais. Estas, por sua vez, são representadas como se estivessem no fim da vida, sempre com ar sofrido de quem está carregando um fardo. 

Também é por isso que procedimentos que prometem eliminar rugas e linhas de expressão, com botox e preenchimentos mil, também bombam nas clínicas de estética. Na mesma pegada, as redes sociais são campo fértil para fotos cheias de filtros e corpos que se enquadram em um mesmo padrão. Quem ousa sair desse script se torna alvo de comentários negativos e até mesmo ódio na internet.  

Marcas aderem ao fim do termo anti-aging e mais ações

Em entrevista à Allure, a atriz Helen Mirren contou sobre suas inseguranças quando mais nova, que também atinge muitas mulheres. Mas reforçou que se sente confortável com a idade que tem e que não tenta parecer mais nova. Por isso, faz o que pode para inspirar outras pessoas a também se sentirem bem sem ter que disfarçar ou tentar ser o que não é. 

No embalo, muitas marcas já entenderam que o caminho é justamente o de abraçar, e não excluir. Assim, cosméticos gringos e nacionais já tiraram dos rótulos e das propagandas expressões como “anti aging”, “anti-idade”, “combate ao envelhecimento” e “anti-rugas” e toda uma linguagem que vai contra o que acontece no corpo de todo mundo. 

Dá para se cuidar sem neuras e sem preconceitos

Isso não significa que você tenha que abrir mão da sua rotina de skincare e dos seus creminhos para se sentir mais bonita. Pelo contrário: se é algo que te faz bem e que faz parte do seu autocuidado, o investimento faz parte. 

O problema é quando você embarca nas promessas de uma pele lisa “perfeita sem defeitos” sem autoconhecimento. Quando você se cobra para ter o corpo de outra pessoa que vive uma história completamente diferente da sua. Quando você tenta combater a qualquer custo algo que fizeram você acreditar que era uma defeito ou que “não pode”. 

O envelhecimento, principalmente quando se trata de mulheres, ainda é cercado de mitos. Mas uma coisa é certa: beleza, amor-próprio e autoestima são possíveis com todas as idades. Acredite! 

Foto de capa: Pexels

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Redação Alexandrismos

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